Noite de terror
No oitavo andar, à noite, tudo tranquilo até que, como um jato, espalhando o terror, adentra pela janela o monstro. O choque foi inevitável. Ao chão, ela urra de dor pela batida frontal. Ele finge desmaio enquanto os restos viscerais são recolhidos pelo filho assassino. Aqui jaz uma barata voadora.
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Renilda Viana
Enviado por Renilda Viana em 18/02/2025